MESTRE BUENO DO BARÃO FAZ RESGATE DE CULTURAS RELIGIOSAS ANTIGAS, COMEÇANDO PELO PATUÁ: “ UMA SUBLIME, SIMBÓLICA E SENSÍVEL LINGUAGEM DE FÉ E PROTEÇÃO”

Mestre Bueno do Barão

Mestre Bueno do Barão é, como ele mesmo se designa quando perguntado, com característica irreverência e bom humor: “um bruxo, só não tem a verruga no nariz – ainda”. Mas, o jovem é mais que isso: uma inspiração religiosa ecumênica, um magista, formado em várias religiões mas que foca a magia em si na força das energias, vibrações, frequências e arquétipos: “a base da imagem do que aceitamos é um fluxo de energia telúrica, fatalmente, e pode e deve ser trabalhada dessa forma. Manipulação da energia, no caso das magias. Embora, eu entenda que o ser humano precisa de imagens, de visualizar, para entender do que se trata, mas a energia transcende a matéria”.

Através de símbolos e simbologias, religiões se comunicam com o Sagrado e também com os demais adeptos, mantendo assim uma forte relação de conexão com as energias que permeiam no espaço. Vários destes símbolos se encontram fortemente nas culturas e nas manifestações religiosas pelo mundo, entretanto, diversas pessoas, mesmo sem serem adeptos destas, utilizam por tradição ou até mesmo reverência.

Uma das formas de manifestação desta linguagem de fé são os Patuás, amuletos abençoados muito utilizados no Candomblé e na Umbanda, mas também em religiões como o Islã e muitas vezes por pessoas não adeptas a estas religiões. E exatamente isso que o Mestre Bueno pretende resgatar: “Acho que com a pandemia tivemos de nos adaptar, enquanto cultura religiosa, mas agora, também, não podemos deixar morrer, precisamos dar mais espaço para essa veia fundamental da magia em si, o simulacro e o significado.”

São diversas as finalidades de objetos como patuás, mas vale ressaltar que cada um possuí uma finalidade, a Figa, por exemplo, “fecha o corpo” e defende de agressões. Já a Pérola, evoca Cura, Poder, Atração, Superação e Amor. Inclusive, com pérolas, o Mestre Bueno começou o resgate na magia dos patuás e objetos de proteção, com jóias imantadas na energia de Iemanjá, feitas com pérolas, para trazer essas características.

Cada religião possuí um mecanismo ou uma técnica de Patuá. Na Umbanda encontramos um pedaço de tecido na cor que corresponde ao Orixá da pessoa, que também terá seu nome bordado junto a um preparo de ervas.

Mas, outras manifestações religiosas também são válidas, e o Mestre Bueno ressalta: “Não existe metodologia religiosa certa ou errada, ou Religião correta, existe a que sintoniza melhor com o ser humano em questão, e as práticas, como dos patuás, são muito transcendentais a uma só religião, abrangem diversas diferentes culturas e religiões”.

Como, por exemplo, no Islã, trabalha-se com um pedaço de couro no pescoço com trechos do Alcorão gravados. Ritualisticamente, é importante a bênção para proteger o indivíduo que usa. E, segundo o Mestre Bueno: “Se faz bem, é tradição e não prejudica ninguém, é válido, correto e eu acho super importante, até para pontos de cultura e arte – tudo se associa – o que não concordo, em relação às religiões, e não aos patuás, claro, é a discriminação e o preconceito.”

Outro destes, como citado, e resgatado em seus cultos e magias pelo Mestre Bueno do Barão, é a pérola, material orgânico que resulta da reação a corpos estranhos no interior de alguns moluscos, ostras e mexilhões está fortemente ligada à regeneração, força e criatividade e é um símbolo de superação. Além de ser um símbolo também de pureza, beleza e atração de boas energias. Isso se dá porque após ferida, renova-se para se proteger, tornando- se um dos elementos naturais mais belos da natureza.

A pérola pode ainda estar ligada a diversas entidades, em diversas egrégoras e práticas de religião, ou magia ritualística, com arquétipos de força de entidades como Ísis, Isthar, Yemanjá, Oxum, Nossa Senhora Aparecida e Nossa Senhora da Conceição.

Ainda, a pérola após abençoada é utilizada em colares, pingentes, terços, rosários, e outros objetos, como Patuás, para evocar essas energias que traz o significado do objeto em si. Assim, torna-se uma jóia muito utilizada em amuletos exatamente por representar essa força de resiliência e proteção.

Mestre Bueno do Barão
Divulgação

Traçada a importância da linguagem de fé, Mestre Bueno do Barão enfatiza que a fé é, portanto, “também ciência e consciência, ressonância e magnetismo, humana e sagrada, a conexão, o poder da conexão, promovendo o exercício da glândula pineal, responsável por diversos benefícios ao corpo e vibração sistematizada do cérebro”.

Uma visão subjetiva, mas que é colocada em frente de práticas religiosas diversas para compreensão do indivíduo e de sua natureza humana promovendo mais autoconhecimento.

A religiosidade presente, portanto, em amuletos como simbologia vai muito além de um sinal, mas representa uma identidade e uma comunicação importante. Conforme destacado pelo Mestre Bueno do Barão, esta, por si só representa um exercício fundamental do corpo, ao que relaciona a fé com a ciência, a natureza, externa e interna. A transformação biológica aos olhos, representando valor, e agregando fé.

Patuás e demais simbologias se apresentam como a identidade e a conexão de milhares de pessoas com suas crenças, sendo de relevância fundamental para o bem-viver e principalmente pelo conhecimento da própria história, das suas próprias religiões e do Sagrado que o ser humano busca constantemente em si religando com o todo.

Nesse momento, o Mestre Bueno trabalha com alguns amuletos com pérolas, na energia de Iemanjá e alguns com Rubis, com a energia de abertura de caminhos amorosos.

Para conhecer mais do seu trabalho, siga-o em sua página de Instagram @mestrebuenodobarao, onde pode procurar por seus trabalhos espirituais. Ou, também, em seu perfil pessoal @reinaldobuenofilho para conhecer mais de suas outras funções, de sua vida também como influencer e da sua vida pessoal.

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