Especialista em tráfego, Bárbara Bruna fala sobre checagem de informação pelas redes sociais

Bruna Barbara

Ferramentas, bloqueios e restrições de perfis estão entre as estratégias

As notícias falsas têm sido encaradas como um dos maiores desafios da era das redes sociais. Além de alto impacto em decisões importantes, como as eleições, as inverdades divulgadas por meio das mídias podem ser difíceis de reverter e até mesmo de identificar.

De acordo com o estudo “Iceberg digital”, promovido pela Kasperky em parceria com a COPRA, 62% dos brasileiros não conseguem discernir sobre a veracidade de uma informação que consomem nas redes sociais. Trazendo o panorama para a pandemia, um estudo da Avaaz mostra que 9 em cada 10 brasileiros entrevistados, cerca de 94%, já receberam informação falsa sobre a doença.

Palco principal da desinformação, as plataformas de redes sociais têm buscado ferramentas próprias para ajudar a combater as chamadas fake news. A especialista em tráfego e redes Bárbara Bruna aponta que esta tem sido uma maneira que empresas como Facebook e Google têm encontrado de ajudar a minimizar os impactos da disseminação de desconhecimento. “Essa é uma forma do internauta pode checar com mais facilidade a veracidade da informação que consome, assim como é possível por meio das agências de checagem, só que de forma mais rápida”, aponta.

Em junho deste ano, por exemplo, o Google anunciou que as pesquisas realizadas na maior plataforma de busca da atualidade contarão com uma ferramenta que notificará o usuário sobre pesquisas não confiáveis. “O Google é um local onde as pessoas naturalmente vão procurar saber mais e tirar dúvidas, por isso, é importante que essa plataforma esteja empenhada em contribuir na luta contra as fakes news”, aponta Bárbara Bruna.

Já no caso do Facebook, a possibilidade de compartilhar informações que influenciam diferentes grupos para todo tipo de causa imaginável é o que faz com que a rede social venha se tornando mais rígida quanto aos conteúdos e perfis suspeitos.  “O diferencial da plataforma para as fakes news é que ele permite uma proliferação em corrente das inverdades. Por isso, é cada vez mais rigoroso o processo de autenticação do usuário na hora de fazer anúncios, por exemplo. O bloqueio de anúncios suspeitos ocorre com frequência”, comenta a especialista.

O bloqueio e retirada de postagens do ar também é outra medida para evitar que notícias inverídicas saiam como verdade, em especial quando estas partem de autoridades, como foi o carro de Donald Trump e Jair Bolsonaro.

Compartilhe nas redes sociais

Conteúdo patrocinado

Essa publicação é de responsabilidade do autor  não sendo de responsabilidade do portal.

Últimas notícias

Mais notícias

A importância da atividade física e como ela ajuda a prevenir doenças graves

Flávio Dino deixa PCdoB e deve se filiar ao PSB para concorrer ao Senado

A MÚSICA E A MAGIA, UMA RELAÇÃO ANCESTRAL É APRESENTADA POR MESTRE BUENO DO BARÃO, O CONHECIDO REINALDO BUENO FILHO

Polêmico vídeo de Ana Maria Braga dá o que falar

Banda Vanera e Rê Viera se unem para falar de sofrência

Espetáculo da natureza. Igor Ache faz sessão de fotos em Gramado com neve e -1 graus

Priscilla Arpini comemora 700 mil seguidores no Tik Tok

Ministro André Fufuca acompanha semifinal do Campeonato Maranhense em Imperatriz ao lado do prefeito Rildo Amaral

Thaiz Arrabal dá detalhes sobre a cirurgia ortognática

Acesso à Justiça e direitos básicos ainda não é democrático no Brasil, afirma procuradora federal Sarah Bastos